Como usar a rede social para transformar usuários em consumidores

13 mar

Para muitos marketeiros as redes sociais ainda são vistas com receio. A maioria deles acredita que essas ferramentas são muito poderosas mas muito problemáticas, e exigem re-pensar algumas estratégias de marketing. Com o avanço das redes sociais não é mais possível ter uma idéia genial e aplicá-la simplesmente mandando mensagens. Agora é necessário interagir e conversar com seus consumidores. E é daí que vem o medo.

Algumas marcas já entenderam como funcionam as redes sociais, outras não.  As que já perceberam e pegaram o espírito da coisa sabem que ferramentas como o Facebook ou o Twitter podem abrir um leque de novas oportunidades. Sabem também que é através de conversas com seus consumidores que será construída uma base leal de fãs.

“Você aprende com isso e, felizmente, não lhe custa um monte de dinheiro e, esperançosamente, você pode aprender muito rapidamente e, em seguida, mudar muito mais rápido ainda. A indústria reconquista sua vantagem criativa.”

Jeff Hayzlett, Diretor de Marketing da Kodak sobre as Redes Sociais.

A Kodak é uma empresa que já sacou o negócio. Só o Diretor de Marketing da Kodak tem mais de 15 mil seguidores e a @kodakcb tem mais de 20 mil. Para uma “marca” é um número alto. A Nike por exemplo, que é uma marca muito forte mundialmente e que tem uma comunicação muito diferenciada e agressiva, não chega a ter 1.500 seguidores em sportswear e tem 14.000 somando @nikestore com @nikeplus. E é a Nike! A diferença desses números é simples: A Kodak conversa direto com os consumidores, troca informações com eles, faz com que eles se envolvam de diversas formas para que, futuramente, virem embaixadores da marca.

Os 4 passos de Jeff Hayzlett para transformar um usuário em consumidor:

– Envolvimento: as conversas sobre as marcas e produtos já acontecem na internet, redes sociais com ou sem a presença da marca.  Então é melhor que ela esteja comprometida e presente.

– Educação: educar a marca e educar os usuários / consumidores a escutar e a trocas informações.

– Emoção: como é possível usar essas ferramentas para despertar o lado emocional dos usuários, para torná-los mais felizes?

– Evangelismo: saber escutar e mudar para melhorar a relação de ambas as partes. Fazer com que elas se sintam tão dentro do negócio a ponto de virarem embaixadores da marca.

As marcas estão cada vez mais fortes e presentes nas redes sociais, já mencionamos os dados e números de aceitação no post anterior. Existe até uma rede social chamada MyBrandz para fãs de marcas compartilharem seus produtos favoritos, fotos, vídeos, informações, etc. Ah! E Logorama, a animação que ganhou o Oscar, é mais uma prova disso, né?

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