Apps de música – Parte II: personalizando experiências

27 maio

Lançados esta semana, esses dois aplicativos são a prova de que ainda existe esperança no mundo dos aplicativos inúteis de música.


*screenshot do site da revista WIRED

No post Apps de Música, do dia 4 de maio, reproduzimos um texto da revista WIRED sobre como as bandas e gravadoras ainda não conseguiram criar um aplicativo à altura da música que produzem. Como sabemos, música e experiências estão conectadas. Lembranças tem trilha sonora. Relacionamentos e conquistas também. Mas até agora, nenhum aplicativo de música explorava essa sensação.

Os apps de bandas, selos e gravadoras reproduzem os perfis de facebook do artista, compartilhando suas agendas, músicas e fotos. Um fã merece muito mais que isso, não? No post mencionado, o autor dá dicas de como um aplicativo de música poderia envolver os usuários de uma maneira única — e pessoal. Clique aqui para ler.

>> Os aplicativos abaixo nos surpreenderam pela criatividade e pela maneira que envolvem o fã/usuário:


*screenshot do site da revista WIRED

>> O App da Música Mutante:

O primeiro deles foi lançado pelo cantor Gwilym Gold, ex-vocalista da banda Golden Silvers. O app Bronze traz o novo single de Gold, “Flesh Freeze”. Toda vez que o usuário apertar o play, ele vai ouvir uma versão diferente da original!

O shuffle é praticamente infinito, existem milhares de possibilidades. Em alguns momentos ele pode excluir as batidas, por exemplo. Até a letra pode ser alterada e tocada em outra ordem, e a música pode começar e terminar em momentos diferentes.

O Bronze altera, através de logaritmos, todos os componentes da música original. A cada audição, há uma nova interpretação para ela! O programa foi inventado pelo próprio Gold, juntamente com o produtor Lexxx (o mesmo da Björk) e um time de cientistas.

>> O App que Interage com o Ambiente

O outro aplicativo traz uma experência única a pouquíssimas pessoas, mas entrou para a nossa lista pela criatividade — e por ser um ótimo exemplo de personalização da música. Para se beneficiar desse aplicativo, o usuário tem que estar na capital norte-americana, mais especificamente no National Mall, um parque em Washington.

Dois músicos locais lançaram um álbum que “interage” com o parque. Chegando ao local, o usuário aperta o play. Conforme ele anda, a música muda!

“Por exemplo: se você se aproximar do lago, sai o som de piano e entra a harpa. Quando você se aproximar do carrossel das crianças, os cavalinhos ganharão vida, e você ouvirá sons de cavalos rinchando. Quanto mais você se aproximar, mais alto o som fica”

— disse um dos músicos do Bluebrain, donos da ideia, à revista WIRED.

Esse é o primeiro de uma série de álbuns desse tipo, chamados de “location-aware albuns”. O próximo será “conectado” a um parque de Nova York e o outro, a uma estrada da Califórnia. Imaginem uma experiência como essa por toda a extensão de uma estrada? São infinitas as possibilidades de interação com o ambiente!

>> Quer entender como um app “location-aware” funciona? TEASER:

>> Para Ler Mais:

>> Post Relacionado:

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Uma resposta to “Apps de música – Parte II: personalizando experiências”

Trackbacks/Pingbacks

  1. Apps de Música – parte V: como as marcas estão entrando nesse universo « PALCO07 – Inteligência de Música - 11/12/2012

    […] vez maior e mais intensa com seus fãs, como é o caso do “álbum-aplicativo” da Björk e dos apps “location-aware”, já comentados aqui no […]

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