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Apps de Música: App não é site. Não é agenda de shows, nem banco de imagens. O fã tem que participar e se envolver!

4 maio

Aplicativos para smartphones estão na lista de ítens essenciais para uma banda (ou marca) que tenha como alvo o público jovem. Mas eles estão fazendo o serviço direito? A WIRED testou alguns apps de bandas e chegou a conclusão que não, ninguém sabe o que está fazendo. Como já falamos aqui, o bom marketing é aquele que provoca experiências, aquele que se conecta com o consumidor através das emoções. Um aplicativo sem conexão direta com o que fã sente, não serve para nada! Leia trechos do artigo abaixo.

*foto do site da revista WIRED

“Basicamente, todos os aplicativos de bandas são iguais e na maioria, são todos ruins. Eles têm datas de shows, letras de música, fotos, talvez um pouquinho de música, links para o Facebook e para o Twitter da banda, etc. Para um fã, tudo isso é inútil. Por quê? Por dois motivos: porque ele pode achar tudo isso no site e porque o fã provavelmente já segue o artista em questão no Twitter e no Facebook (e ainda no Last.fm, no Soundcloud, etc.), recebendo o que realmente importa por essas mídias. 

A maioria das bandas acha que eles precisam ter um app. Não precisam!

O que eles precisam é de um bom site com conteúdo atualizado com frequência, com uma excelente versão para celulares (poucas bandas fornecem isso) e liberar os feeds automaticamente para as redes sociais. Acrescentar um app inútil a essa lista é uma perda de tempo, e pode ainda ser incoerente se os dados no app não forem atualizados sempre.

>> Mas há como um app ser muito útil para as bandas. Eles podem usar isso como arte, e não somente como marketing. 

Os smartphones mais modernos são incrivelmente poderosos — há mais potência no celular no seu bolso do que em todos os computadores que enviaram o homem à Lua nos anos 60. Você pode usar essa potência para fazer com que a audição de sua música seja intensamente pessoal.

Um telefone (com seus chips de GPS, sensores de luz, relógios, etc) sabe muito sobre seu usuário em tempo real. Usar essa informação para personalizar a experiência ao ouvir uma música pode ter um efeito surpreendente no ouvinte.

Para entender isso, basta lembrar que o que importa mais é experiência vivida com a audição daquela música, e não a música em si. Por exemplo: alguém ouvindo um show na fileira da frente está escutando exatamente o mesmo show da turma batando papo no bar da pista, mas eles estão tendo experiências diferentes!

Pense em sua música preferida — certamente você terá algum evento ou alguma memória feliz relacionada a ela!

>> Pense na música como arquitetura, não como uma simples gravação:

Os diferentes componentes de uma música – guitarra, baixo, vocal, bateria, etc. – formam o alicerce, as paredes e o teto de um lugar onde coisas incríveis podem acontecer. Mas o lugar em si, mesmo se for incrivelmente bem elaborado, não tem relevância – é o que acontece dentro dele que importa. Você pode construir uma pista, mas ela só fica interessante se houver pessoas dançando nela! 

>> Então, como bolar um app para um smartphone que tenha mérito artístico?

Usando criatividade e imaginação. Que tal um app que reconheça o ritmo do fã e sincronize a batida das músicas às suas caminhadas diárias? Que tal um aplicativo que selecione as músicas mais apropriadas ao seu ritmo, fazendo com que você se sinta sempre num filme? Ou, que tal um app que use as previsões do tempo e indique o playlist mais apropriado para aquele clima? Que tal um app que venha com duas opções: o modo passivo tocaria música com poucas intervenções, para qaundo você estiver no escritório, por exemplo. O outro modo permitira que você explorasse a música, ajustando batida e volume faixa a faixa.

O artista ainda mantém o controle, decidindo o quanto o fã pode explorar a sua música e criando design interativo que dê a impressão de que o fã também participa da criação. Artistas mais experimentais, como Brian Eno e Aphex Twin, talvez tenham mais sucesso nessa área, mas a música pop e a eletrônica também podem se beneficiar disso. Para a música eletrônica, por exemplo, um app que usa o microfone para captar o som do ambiente onde o usuário esteja, filtrando essa captação com uma série de efeitos e então inserindo parte desses efeitos na música do artista? Se você estiver no ônibus perto de uma mulher que está berrando ao telefone, você poderia captar trechos dessa conversa e inserí-la em uma faixa techno…

  • Poucas empresas se dispuseram a criar aplicativos desse tipo. Uma delas é a Reality Jockey, que tem um app chamado RjDj que fornece algumas das funções citadas acima. No entanto, seus aplicativos parecem focar no marketing apenas, criando um chamariz divertido para promever um álbum ou um single. Eles são usados para vender a arte. Mas os apps podem ser A arte também!
  • Alguns músicos já entenderam isso. O Kraftwerk lançou recentemente seu aplicativo Kling Klang Machine No1, que permite ao usuário explorar o estúdio da banda, Klin Klang, gerando sonoridades diferentes dependendo do fuso horário onde o usuário esteja. Claro que você pode burlar o sistema alterando o fuso do seu telefone, mas essa é a ideia – o app te instiga a interagir, a brincar. OK, custa $9 dólares, bem mais caro que um app comum e quase que o preço de um CD. Mas, é difícil de ser pirateado – não dá para passar para o computador e pirataria de apps via celular ainda não existe. Há muitos benefícios, até para a própria indústria da música, em um aplicativo como esse.

>> A experiência gerada por um app são aquelas que as pessoas querem compartilhar:

Criando uma conexão mais pessoal com o ouvinte, você está criando experiências que eles vão querer contar aos amigos, como “aquela vez em que a gente estava no ônibus e essa mulher não parava de berrar ao telefone e daí a gente gravou a voz dela e colocou na música do….”.

Ao criar experiências compartilháveis, sua música se espalhará bem mais rápido que um mp3 grátis.

>> Essas experiências são extremamente especiais por alguma razões:

Elas são inesperadas: elas se acumulam quando você menos espera por uma combinação de fatores totalmente fora do seu controle. Além disso, elas não são replicáveis: uma vez que elas aconteceram, elas se foram, e você não tem aquele instante de volta. Você só fica com uma memória daquele acontecimento (ao menos que você tenha gravado de alguma maneira).

>>Se você criar um aplicativo, lembre-se:

  • das surpresas que o ouvinte quer ter e descobrir.
  • Faça de um jeito que experiências memoráveis sejam criadas. Assim, você estará criando uma conexão com o fã muito mais importante do que se ele estivesse apenas passeando aleatoriamente pelas faixas do seu disco. 
  • Agora que as pessoas estão ouvindo música mais do que nunca, essa é uma ferramenta poderosa.

>> Não é fácil. O talento para criar aplicativos para smartphones não está necessariamente entre aqueles que têm uma banda, e designers de app profissionais e dedicados são caros. E ouvintes nem sempre querem interagir com a sua música como você quer que eles façam. Às vezes, eles só querem usar o shuffle e mais nada. Então, ainda haverá espeaço para o CD, para o mp3, para o streaming… Mas, chegou a hora do aplicativo de música crescer e aparecer e ser muito mais que um mero marketing mal feito. É a hora d os apps virarem ARTE.

 O texto acima foi traduzido livremente de uma matéria da WIRED. Para ler o artigo original na íntegra, clique aqui.

Songpier: a nova ferramenta que transforma músicas em apps

1 fev

O SONGPIER promete ser uma ligação direta entre artista e público – ou, entre artista-e-celular-do-público, em três passos.

*foto reprodução da Revista WIRED

Ainda no tema “os celulares vão salvar o mercado de música”, uma matéria da Wired chamou a nossa atenção: “Como e por que toda música pode se transformar em um app”, publicado no site da revista no dia 29 deste mês.

O gancho é o Songpier, uma ferramenta (em versão Beta) que permite que artistas criem um aplicativo de suas músicas para iPhone, smartphone e tablets. Além de ouvir a música em primeira mão, por exemplo, o fã pode receber atualizações pelo app, como: compra de ingressos para shows daquele artista, fotos, merchandising, comprar CDs, comprar músicas avulsas, receber notícias de turnês, etc.

Para que seja legal, no sentido jurídico da coisa, apenas o artista, o selo, a gravadora e a assessoria podem criar esse aplicativo. É tudo muito simples, como mostram os 3 passos no site oficial do Songpier. Assim que a música é transformada em aplicativo, o sistema divulga o link para o app em todas as redes sociais, atingindo o fã diretamente:

Uma das vantagens do Songpier é que as bandas têm acesso direto ao público, enquanto que ao vender uma música pela loja do iTunes, é a Apple que armazena esse tipo de informação.

Outra vantagem seria a divulgação também através de jornalistas que estejam resenhando os lançamentos. Com a autorizacão da assessoria/do artista/da gravadora, ele pode criar um aplicativo como esse, linkando ao texto. O leitor já decide ali mesmo se gosta ou não da banda, ou, melhor ainda, se concorda ou não com a resenha. ;-)

>> Abaixo, um vídeo explicativo da ferramenta Songpier:

>> LINKS:

>> POSTS RELACIONADOS:

VIRA O DISCO! Não gostou da música? ‘Acerta’ o poster que ele muda a música pra você!

7 maio

>> A agência londrina Agency Republic achou uma maneira divertida de usar a música entre os funcionários, durante o expediente. Ela é tocada o tempo todo, mas se você não gostar, não precisa torcer para que a música mude logo… basta acertar alguma coisa no poster abaixo e a faixa seguinte será tocada!

>> O poster CHANGE THE TUNE, acima, entra naquela nossa lista de novos aplicativos que estão inovando o mercado de posteres impressos. São os “aplicativos de papel”, ou posteres com áudio, lembram? Nesse, um sensor acoplado ao poster muda a música automaticamente quando ele é acertado por algum objeto. Na agência, todas as músicas são tocadas diretamente do Spotify, que é interligado ao sensor de movimento atrás do cartaz. Só precisa torcer para que seu gosto musical seja aprovado pelo pessoal da “firrrma”. =)

>> VEJA COMO FUNCIONA:

 

(*via ADWEEK)

iPad, Kinect, Google e 3D na música! Com of Montreal, Dry The River e Art Decade.

19 mar

Três bandas mostram que quando o assunto é divulgação, dá para ir muito além dos (auto)posts nas redes sociais. É também para isso que existem os apps, iPads, Kinects, o 3D e até… latinhas de alumínio!

*amplificando uma ótima ideia

>> Quanto mais inusitado melhor. Além de chamar a atenção de fãs e não-fãs, campanhas criativas, quando bem fundamentadas, circulam pelos blogs e redes sociais espontaneamente e automaticamente. Essas campanhas envolvem positivamente artista com o público e despertam o interesse de quem ainda não conhecia o seu trabalho. Alguns exemplos de grupos que conseguiram tudo isso, unindo arte com tecnologia.

>> ART DECADE:

>> A banda americana de rock progressivo Art Decade fez uma animação linda para o lançamento do single “Western Sunrise”. O vídeo foi feito usando um iPad e um aplicativo para pintura e desenho, o Procreate, que permite personalização de pincéis e ajuste de texturas, perfeito para ilustrações profissionais. Nos vídeos abaixo, você pode ver o making of e o resultado final (direção de Whitney Alexander e animações de Kipp Jarden) :

>> OF MONTREAL:

>> Já o of Montreal, tem usado em suas apresentações projeções via Kinect (XBox 360) juntamente com uma ferramenta do Google para visualização em 3D. A campanha aqui é para a divulgação do single “Dour Percentage”, do álbum Paralytic Stalks. Os efeitos foram criados pelo designer Nick Gould em parceria com o vocalista Kevin Barnes. Segundo o site Hypebot, os movimentos dos músicos no palco foram transformados em códigos, usando o Kinect. Esses dados foram então, projetados em 13 telas. Para o design do palco, Gould usou o SketchUp, software para a criação de modelos em 3D no computador. Não achamos vídeos (com boa qualidade) dessas apresentações ao vivo, mas dá para você ter uma ideia pela foto e clicando aqui!

>> DRY THE RIVER:

>> A campanha de divulgação mais criativa, na nossa opinião, foi a do Dry The River. A banda inglesa dominou as ruas de Londres com pôsteres so-no-ros! A série traz um animal por pôster, feito de barbante, representando cada uma das músicas do álbum “Shallow Bed”. Penduradas nos pedacinho de barbante de cada ponta do desenho, duas latinhas. Daquelas velhas mesmo, para brincar de telefone antigo, lembram? Pois as latinhas fazem o papel de fones de ouvido, permitindo aos pedestres que ouçam as músicas do disco! =)

>> No ano passado, o Dry The River já havia inovado ao pregar cavalos em 3D pelas paredes de Londres (projeto em parceria com a mesma agência deste ano, a FOAM). Olha que ideia incrível:

(post via Hypebot)

>> LINKS:

SERENATAS DE AMOR: Heineken dá uma força para quem quer passar o Dia (gringo) dos Namorados acompanhado!

14 fev

Estamos de volta! \o/ Depois de merecidas e longas férias, a Palco07 entra em 2012 (finalmente!) com muitas novidades — um post sobre isso mais pra frente, aguardem!

>> E daí que a nossa volta à realidade caiu bem no Dia dos Namorados gringo, o Valentine’s Day, comemorado na maior parte do mundo HOJE, dia 14 de fevereiro.

>> A Heineken resolveu dar uma forcinha para os dois times: o dos já comprometidos e o dos solteirões e solteironas à procura de alguém.

>> A ideia é simples e você só precisa de… uma conta no Facebook! O aplicativo Serenata da Heineken permite que você escolha uma entre 640 tipos diferentes de serenatas (em inglês). Além da musiquinha personalizada, você também pode selecionar a que tipo de lugar você gostaria de levar seu namorado ou sua namorada. Ou marido, esposa e até futuro parceiro, claro.

>> O usuário do facebook (e pretendente) receberá o vídeo da performance musical com convite e local do “encontro”, e poderá escolher no final se aceita ou não a proposta.

>> VÍDEO DA CAMPANHA:

>> A campanha “Serenata” dá continuidade à campanha “The Date”, do ano passado. A banda do comercial de 2011 é a mesma que protagoniza os 640 tipos de serenata deste ano! Veja abaixo.

>> HEINEKEN: “THE DATE” (2011)

>> No último dia 09, a Heineken promoveu um evento de oito horas via Youtube, no qual qualquer pessoa do mundo poderia compartilhar suas serenatas (e seus amores aos respectivos) — ao vivo!

Retrospectiva 2011: As 14 melhores campanhas de Marketing Musical do ano

27 dez

>> TCHAU, 2011! Vem com tudo, 2012! Chegou a hora do post-retrospectiva de tudo o que rolou em 2011 no mundo do Music Branding. E não foi pouca coisa, não.

>> Antes de mais nada, 2011 foi o ano em que aprendemos:

>> Abaixo, escolhemos as campanhas que mais se destacaram em 2011, em ordem aleatória (mais ou menos cronológica, na verdade, mas não em ordem de importância). Essas foram as empresas, marcas e artistas que souberam ousar em suas campanhas utilizando a mídia certa, com direcionamento de público, com ações criativas envolvendo fã e cultura pop e ainda, levaram ao pé da letra os 4 novos preceitos do Marketing: Emoção, Experiências, Envolvimento e Exclusividade.

1- RAY-BAN COUCH SESSIONS – ON THE ROAD

>> O projeto COUCH SESSIONS, da Ray-Ban, segue mais ou menos a onda das sessions itinerantes como Black Cab Sessions e La Blogothèque. Por aqui, sai o tradicional taxi preto inglês e entra um sofá de couro vermelho. Depois de pass(e)ar pelo COPAN e por outros lugares inusitados, o sofá do rock pegou carona em uma Kombi e passeou pelo Brasil, levando bandas promissoras da nova geração.

2- JOSE CUERVO + OK GO: pocket-shows e quick shots

>> A banda americana OK GO, em parceria com a Jose Cuervo, fez dez pocket-shows no Brasil no mês passado, entre o dias 19 e 25 de novembro. DEZ. Todos gratuitos e a bordo de um caminhão. Apesar de ser global, o Brasil foi o país escolhido para a ação principal da campanha. Os “mini-shows” foram apelidados de “shots”, para promover shots de tequila GELADA, como fazem os mexicanos! Os fãs podiam interagir via Facebook e Twitter e seus avatares foram incluídos no vídeo produzido no show do dia 24 de novembro, no Rio de Janeiro. Veja aqui o resultado.

3- CONVERSE + GORILLAZ: design de coleção e música exclusiva!

>> CONVERSE faz parceria com o GORILLAZ para comemorar os dez anos do álbum de estreia do grupo. A coleção-tributo tem lançamento previsto para fevereiro de 2012 e o designer responsável é o próprio Jamie Hewlett, quadrinista e co-criador do mundo virtual do Gorillaz. Todas as estampas terão referências aos elementos presentes nos álbuns e nos shows do grupo.

4- RE:GENERATION: Hyundai, cinema & as estrelas da música eletrônica

>> Para promover o carro Hyundai Veloster, a Hyundai lançou o Regeneration, projeto que une cinema e música. A ideia é unir cinco estrelas da música eletrônica com vários gêneros musicais e seus respectivos artistas. Da lista de artistas (foto acima), DJs Skrillex, Pretty Lights e Crystal Method estão cotados para o festival Lollapalooza Brasil, que acontece em abril de 2012 em São Paulo. Cada um dos DJs/produtores recebeu um estilo de música diferente para explorar e produzir uma faixa com a colaboração de artistas do gênero escolhido. O documentário “RE:GENERATION”, que acompanha os DJs e será a segunda parte da campanha, vai ser lançada no ano que vem. O projeto é co-produzido pelo Grammys e está sendo dirigido pelo documentarista Amir Bar-Lev. Veja o trailer do documentário.

5- SPRITE & EMICIDA: refresque suas ideias e crie uma trilha para o próximo comercial da Sprite

>> Os participantes podiam se inspirar nas rimas do rapper Emicida e selecionar bases para “compor” sua própria trilha sonora. No site oficial havia um tutorial explicando ao fã passo a passo como produzir a música, através de ferramentas de edição. Durante a seleção, o Emicida improvisou com as canções criadas pelos participantes, em um evento especial em novembro.

6- Levi’s Craft of Music: o headliner é o Primal Scream. O resto do festival, fica por conta do fã.

>> A campanha CRAFT OF MUSIC é destinada a apoiar novas bandas e talentos da música no Reino Unido. O projeto tem como parceiros o Spotify, a revista Clash e a banda PRIMAL SCREAM. A ideia é que os fãs “moldem” os shows, escolhendo quais bandas vão tocar assim como as músicas que elas devem incluir em seu setlist. No final, duas bandas irão abrir para o Primal Scream em um show maior, em Londres.

7- RAY-BAN RAW SOUNDS: as inspirações de Johnny Marr

>> Johnny Marr, ex-guitarrista da banda inglesa Smiths, selecionou algumas bandas de que gostava da nova geração e depois, alguns objetos que pudessem inspirar esses artistas. Foram escolhidos: um poema escrito por ele, uma foto conceitual tirada em sua cidade natal (Manchester), uma citação do filósofo alemão Friedrich Schiller, uma melodia gravada por ele e um velho mapa da região de Lower East Side em Nova York. Os artistas que colaboraram com o projeto são: o surf-pop californiano do Best Coast, o compositor inglês Tom Vek, o trio de meninas de Nova York Au Revoir Simone e abanda de Nashville Mona.

8- C&A 2012: Verão à moda da casa!

>> As cantoras Thalma de Freitas, Tiê e Juliana Kehl estrelaram a campanha de verão “em cores” da C&A. O “C&A Em Cores”, além de dar destaque à nova música brasileira, também ressalta a diversidade da mulher brasileira (a loira, a negra, a morena, etc). Para ganhar os CDs, os fãs tinham que participar de ações culturais através do Facebook e do Twitter.

9- Clarks e Rough Trade selecionaram cinco bandas “intrigantes” para você conhecer.

>> Para o lançamento da coleção de outono e inverno de 2011, a marca de sapatos Clarks fechou uma parceria com um dos selos mais respeitados da Inglaterra, Rough Trade, cuja loja é palco para shows e lançamentos de bandas alternativas do mundo todo. As bandas selecionadas foram: Louise and the Pins (Londres), The Rassle (Nova York), Bo Ningen (Japão/Londres), Little Dragon (Suécia) e o veterano Earl Gateshead, do coletivo Trojan Sound System (Londres). Conheça as bandas aqui.

10- Red Bull Music Academy (outubro) & RED BULL MUSIC ARMADA (março):

>> O comboio do Red Bull Music Academy, série de festivais e workshops de música, deu início à sua turnê mundial e as cidades privilegiadas foram: Berlim, Cidade do Cabo, Detroit, Londres, Melbourne, Nova York, Paris, Roma, Toronto e São Paulo. Foram uma série de instalações de arte, workshops, palestras e festas em lugares inusitados!
>> O barco veio da selva amazônica. A tripulação, do mundo todo. A jornada foi gastronômica e musical. Esse foi o Red Bull Music Armada, uma parceria entre a Red Bull e a Oi, em projeto que passeou pela costa brasileira por um mês!

11- VACCINES & INSTAGR.AM: Compartilhe o teu verão

>> Os ingleses do Vaccines pediram aos fãs que enviassme suas fotos de verão para fazer parte do novo vídeo da banda, para a música “Wetsuit”. Para participar, bastava postar a foto via Instagr.am com a tag #vaccinesvideo. Para quem não tinha iPhone, dava para participar enviando as imagens por e-mail!

12- The Creators Project

>> O Creators Project 2011 aconteceu em julho no Pavilhão da Bienal. Foram três dias de shows, obras interativas, filmes, palestras e painéis. O projeto é uma parceria da VICE com a INTEL e percorre o mundo espalhando arte e celebrando inovações e inovadores. Para o Brasil, o Creators Project trouxe shows das bandas Atlas Sound e Chairlift, DJ set do Database, e a festa de lançamento do novo álbum do Emicida.

13- KAISER CHIEFS: o primeiro disco ‘sob medida’ do mundo. E Alex, o fã mais sortudo da cidade.

>> Você escolhe as músicas, a ordem e até a capa. E ainda ganha com isso, já que ele pode vender o CD feito. Para envolver ainda mais o fã, há um ranking dos álbuns customizados mais vendidos. Além disso, a banda preparou uma surpresa para um fã sorteado (o Alex), que foi convidado a fazer a primeira audição do álbum com os integrantes do grupo. Ele não sabia que seria o ÚNICO convidado. E que a banda tocaria para ELE as vinte músicas novas. Veja a reação dele.

14- NATAL COM LADY GAGA @ BARNEYS

>> A loja americana Barneys ofereceu um Natal especial da Lady Gaga, com produtos exclusivos, site interativo e até workshop! O artista plástico brasileiro Eli Sudbrack e seu coletivo AVAF (Assume Vivid Astro Focus – em parceria com o francês Christophe Hamaide-Pierson) fizeram instalações gigantes para a loja, assim como toda a arte que seria impressa nas sacolas e papéis de presente.

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