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Festival de Bolso: BLACKBERRY e THE GUARDIAN unem forças na cobertura de festivais de música do verão europeu

12 jul

A BLACKBERRY se tornou a parceira oficial do jornal inglês THE GUARDIAN na cobertura de festivais de música nesse verão europeu.

>> A duas marcas terão um espaço exclusivo em pelo menos três grandes festivais (Womad, Camp Bestival e Bestival), onde os jornalistas de música do jornal farão a cobertura ao alcance dos fãs. Os fãs poderão interagir trazendo sugestões e até mesmo criando conteúdo para os textos e galerias.

>> A ideia é mesmo envolver diretamente os fãs, aproximando os leitores mais jovens e divulgando a facilidade e comodidade de um celular como o Blackberry para esse tipo de compartilhamento. Com isso, o Guardian pretende personalizar a cobertura de cada festival, deixando-a ao gosto do freguês. =)

>> Através dos aparelhos de Blackberry disponíveis nessa área comum, os frequentadores do festival poderão ‘subir’ suas próprias fotos, escrever resenhas dos shows e comentar sobre o festival e sobre a própria cobertura do jornal, tudo em tempo real.

>> O Guardian também vai criar uma versão para celular do seu famoso ‘mini-guia para festivais’, para que os fãs já comecem a se envolver antes dos shows e continuem participando depois. Previsões do tempo, lineups, agenda, tweets da equipe do Guardian e da revista Observer (do mesmo jornal), galerias e resenhas. Tudo ficará disponível no app.

(*via brand-m.biz)

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Acelera, Brasil! Festivais de música podem trazer milhões à economia de um país. Veja o exemplo do SXSW…

5 set


SWSW — *foto por John Rogers

O festival SxSW acontece todo ano no Texas, durante a primavera (de lá). Este ano, ele lotou a cidade de Austin do dia 11 ao dia 20 de março. Na semana passada, uma pesquisa mostrou qual foi o lucro (e o impacto econômico) gerado pela festival que reúne cinema e tecnologia, mas principalmente, música. 

Antes um festival independente e pequeno, hoje o SxSW tornou-se praticamente um império. Só em 2011, o festival injetou aproximadamente US$167 milhões de dólares na economia de Austin!

O relatório fez o cálculo baseado nos custos na organização do festival, nas despesas dos que vieram para o festival e também no impacto dessa demanda nos serviços e negócios locais. Além disso, foram estudados o impacto financeiro da cobertura do festival pela imprensa mundial. Só essa exposição na imprensa valeria $38 milhões de dólares!

Segundo o site Hypebot, este é um recado importante alertando que um festival não é eficiente só para promover uma cidade, mas também para trazer benefícios econômicos à região. Falamos disso uma vez, quando o site Digital Music News publicou que os festivais de música injetaram mais de 2 bilhões de dólares na economia da Grã-Bretanha, só no ano passado (uau!).


*foto por LoudCaptures

Clyde Smith, jornalista do Hypebot, diz que essa abordagem “econômica” dada a um festival de música é muito importante quando o assunto deve ou não envolver dinheiro público. E também para que as cidades percebam o quanto elas saem ganhando com um festival, seja ele patrocinado pelo governo ou por empresas privadas!

Smith conta que a cidade de Los Angeles oferece diversos shows gratuitos durante o ano, com dinheiro vindo de fontes que vão de doações a apoio de fundações. O retorno vem por meio da revitalização da região central, antes abandonada, tornando-se mais atraente aos locais e aos turistas da região. Felizmente, ele completa, “os cidadãos americanos já entenderam a capacidade da música em atrair multidões”.

ENVOLVIMENTO, EMOÇÃO, EXCLUSIVIDADE E EXPERIÊNCIA:

No ano passado, alunos da Universidade do Tennessee fizeram um estudo sobre como atrair mais pessoas para uma feira anual que acontecia por lá. Foi comprovado que a frequência do público aumentaria muito se, juntamente com os grandes shows já agendados, eles organizassem eventos com música que também envolvessem os moradores: Batalha de Bandas, competicão entre os corais da região, consurso de novos talentos, etc. O povo quer diversão, mas também quer participar! =))

Smith termina dizendo que:

“É extremamente importante que esse tipo de pesquisa seja divulgado. Temos que achar maneiras de mostrar às pessoas que festivais de arte e música tem um impacto positivo na economia. Em tempos de crise econômica e stress, fica fácil manipular as pessoas e convencê-las de que investir em arte é supérfluo.”

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