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Festival de Bolso: BLACKBERRY e THE GUARDIAN unem forças na cobertura de festivais de música do verão europeu

12 jul

A BLACKBERRY se tornou a parceira oficial do jornal inglês THE GUARDIAN na cobertura de festivais de música nesse verão europeu.

>> A duas marcas terão um espaço exclusivo em pelo menos três grandes festivais (Womad, Camp Bestival e Bestival), onde os jornalistas de música do jornal farão a cobertura ao alcance dos fãs. Os fãs poderão interagir trazendo sugestões e até mesmo criando conteúdo para os textos e galerias.

>> A ideia é mesmo envolver diretamente os fãs, aproximando os leitores mais jovens e divulgando a facilidade e comodidade de um celular como o Blackberry para esse tipo de compartilhamento. Com isso, o Guardian pretende personalizar a cobertura de cada festival, deixando-a ao gosto do freguês. =)

>> Através dos aparelhos de Blackberry disponíveis nessa área comum, os frequentadores do festival poderão ‘subir’ suas próprias fotos, escrever resenhas dos shows e comentar sobre o festival e sobre a própria cobertura do jornal, tudo em tempo real.

>> O Guardian também vai criar uma versão para celular do seu famoso ‘mini-guia para festivais’, para que os fãs já comecem a se envolver antes dos shows e continuem participando depois. Previsões do tempo, lineups, agenda, tweets da equipe do Guardian e da revista Observer (do mesmo jornal), galerias e resenhas. Tudo ficará disponível no app.

(*via brand-m.biz)

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Mundos Virtuais, Dinheiro de Verdade: Os games das redes sociais podem resolver as aflições do mercado musical?

17 abr

Os fãs de música de amanhã são as crianças de hoje e, atualmente, a forma como eles pagam por conteúdos digital é através de mundos virtuais como o Farmville e Penguin Town, adquirindo bens virtuais em jogos- e a música digital também é  um “bem material” do mundo virtual.

My virtual panda went to the mayor's house to play him a song. You can listen to music together with real friends in the game.

Conduit Labs’ Music Pets, o aplicativo do Facebook, pode parecer bonitinho, fofo , mas poderia ter desdobramentos concretos sobre como a música pode ser descoberta e vendida no futuro.

O objetivo de Music Pets é o de entreter um animal de estimação virtual pelo treinamento de música. Ele tem que gostar da música que você gosta e  usando o sistema de pontos, é preciso enviar o animal de estimação para fora pra encontrar mais músicas novas para adicionar e aumentar à sua coleção. Parece bobagem, mas esse mundo dos desenhos (bichos) animados virtual inclui todos os elementos que usamos no mundo real da música: recebendo recomendações, decidir se você gosta ou não das músicas, guardando, armazendo e comprando música, e indo ou enviando  as músicas de sua coleção para tocar na “casa” de seus amigos, que, exatamente como todas as outras coisas, exige que você gaste seus pontos.

Tal como acontece com outros jogos semelhantes, você pode obter tudo o que você quiser  de graça para seu animal de estimação e sua coleção de música, desde que você tenha tempo para adicioná-los ao treinamento a fazer com que eles envolvam na realização de atividades repetitivas, algo que seja divertido, como saltar em cima de letras para acertar o nome de uma banda. Ou, você pode bombar seus pontos mas sem gastar muito tempo, mas isso vai exigir que você pague em dinheiro real – algo que muitas pessoas simplesmente não fazem com a música digital em outros contextos.

Conduit Labs repassa um percentual da receita para os selos e gravadoras, que repassa para artistas e editoras. É possível que personagens de cartoon como o Tamagotchi-land obterão sucesso neste mesmo mercado virtual onde a indústria de pesos pesados da música falha: em convencer as crianças a pagar por música?
Até agora, os aplicativos de Music Pet para o Facebook tem atraído mais de um milhão de usuários desde seu lançamento. Cerca de um mês atrás, a empresa fechou um contrato com a maior gravadora do mundo, a Universal Music Group, para complementar a sua selecção saudável de gravadoras independentes (Beggars Group, Domino, Downtown e Modular) tanto no Music Pet como em outros jogos como Loudcrowd, que foi lançado no SXSW, no ano passado, e  Super Dance. Ao invés de venda de música a um preço pré-determinado, a empresa mantém o preço livre porque os usuários só ganham a música mediante uma combinação de esforço e tempo.

“A percepção do que o público tem do valor de uma canção é algo muito delicado e tem muito pouco a ver com seu preço real.  Acreditamos que a melhor forma de ganhar dinheiro com música é oferecendo diversão, sociabilização e experiências interativas”.

Nabeel Hyatt  fundador da Conduit Labs

Se a idéia de que  homens e mulheres adultos passarão a descobrir e colecionar músicas utilizando um avatar fofo e bonitinho soa absurdo, é porque muito provavelmente você ainda não assistiu nem ouviu falar Jesse Schell da DICE. Se você não tem os 20 minutos, que é o que leva para assistir a coisa toda, ele pode muito bem ser resumida numa frase:

No futuro, segundo ele, tudo vai ser um jogo. É tanto uma visão Orwelliana do horror que está por vir ou uma indicação de que todos nós seremos mais divertidos num futuro muito próximo, só depende de como você vai olhar para ele.

DICE 2010: "DESIGN OUTSIDE THE BOX" PRESENTATION

Texto extraído da WIRED, dia 12 de Abril.

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