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Os 100 nomes que sobreviverão às mudanças na Indústria Musical.

6 dez

Quer saber quem ainda vai estar “vivo” em cinco anos? O mundo virtual é cruel, mas alguns nomes ainda estarão entre nós! Ou não.

*Imagem do site Digital Music News

>> Com a velocidade que as coisas acontecem na internet, são poucos o que mantêm alguma relevância depois de cinco anos no mercado virtual. Você se lembra das bandas descoladas do ano retrasado? Quem estava na Cool List do ano passado? Você se lembra da tua senha do Orkut? E a do ICQ? Quando foi a última vez que você acessou o (finado?) Fotolog?

>> O site Digital Music News fez uma lista bem humorada de nomes relacionados à indústria musical que “não estão tão ferrados assim” (usando uma linguagem mais apropriada a esse blog, claro). A lista, originalmente, foi apelidada de “100 NOT-SO-F*CKED MUSIC COMPANIES”.

>> Segundo o site, são essas as pessoas/empresas que ainda farão diferença nos próximos cincos anos, e que darão forma à nova indústria musical.

>> Com vocês…:

1. Apple

2. Apple Corps.
3. Spotify
4. Pandora
5. BMG Rights Management
6. Frontline Management Group
7. Universal Music Group
8. Google Music
9. YouTube
10. Facebook

11. Kanye West

12. EMI Music Publishing
13. BigChampagne
14. Sirius XM Radio
15. Topspin
16. Clear Channel Radio
17. Android
18. MTV Networks
19. Twitter
20. ReverbNation

21. Anonymous

22. Berklee College of Music
23. Rightsflow
24. CD Baby
25. Music Reports, Inc.
26. Smule
27. Sonicbids
28. Pitchfork
29. The Hype Machine
30. Fuse

31. Vevo

32. CBS Radio
33. Disney Music Group
34. Avid Technology (Pro Tools)
35. Rovi
36. TuneCore
37. Amoeba Music
38. The Agency Group
39. Antares Audio Technologies (maker of Autotune)
40. Combating Online Infringement and Counterfeits Act (COICA)

41. Creative Commons

42. Trent Reznor
43. Sonos
44. David Shapiro Lewit & Hayes
45. The Copyleft
46. SXSW
47. Merlin
48. Domino Records
49. Goldenvoice/AEG Live
50. Coachella

51. The Michael Jackson Estate


52. Bonnaroo
53. Arcade Fire
54. TDC’s Play (Denmark)
55. Festival Republic (Reading & Leeds Festivals)
56. The Metropolitan Opera
57. Howard Stern
58. Amazon MP3
59. Metric
60. KCRW

61. Big Machine Records

62. Sony/ATV Music Publishing
63. Electronic Frontier Foundation
64. UStream
65. Ford (see #4)
66. Concord Music Group
67. Naxos
68. Taylor Swift
69. INgrooves (see #7)
70. Music Hack Day

71. The PROs: ASCAP, BMI, SESAC…

72. [Insert Torrent Tracker Here]
73. Rapidshare
74. Radiohead
75. iBiquity
76. Snoop Dogg
77. Touchtunes
78. Chop Shop Music Supervision
79. Bob Lefsetz
80. Soundcloud

81. New Orleans


(*foto via wikimedia)

82. Weezer
83. Gathering of the Juggalos
84. ISPs
85. Gibson Guitar
86. Musician’s Friend
87. NPR Music
88. Getty Images (Pump Audio)
89. Outside Lands
90. Gene Simmons

91. Glee

92. AT&T
93. Music Choice
94. ClickandBuy
95. Gracenote
96. RoyaltyShare
97. Music Mastermind
98. Ultimate Guitar Tabs Archive
99. Sennheiser

Ah, e é claro…


(*foto via davidhorvitz)

100. O Consumidor

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Mundos Virtuais, Dinheiro de Verdade: Os games das redes sociais podem resolver as aflições do mercado musical?

17 abr

Os fãs de música de amanhã são as crianças de hoje e, atualmente, a forma como eles pagam por conteúdos digital é através de mundos virtuais como o Farmville e Penguin Town, adquirindo bens virtuais em jogos- e a música digital também é  um “bem material” do mundo virtual.

My virtual panda went to the mayor's house to play him a song. You can listen to music together with real friends in the game.

Conduit Labs’ Music Pets, o aplicativo do Facebook, pode parecer bonitinho, fofo , mas poderia ter desdobramentos concretos sobre como a música pode ser descoberta e vendida no futuro.

O objetivo de Music Pets é o de entreter um animal de estimação virtual pelo treinamento de música. Ele tem que gostar da música que você gosta e  usando o sistema de pontos, é preciso enviar o animal de estimação para fora pra encontrar mais músicas novas para adicionar e aumentar à sua coleção. Parece bobagem, mas esse mundo dos desenhos (bichos) animados virtual inclui todos os elementos que usamos no mundo real da música: recebendo recomendações, decidir se você gosta ou não das músicas, guardando, armazendo e comprando música, e indo ou enviando  as músicas de sua coleção para tocar na “casa” de seus amigos, que, exatamente como todas as outras coisas, exige que você gaste seus pontos.

Tal como acontece com outros jogos semelhantes, você pode obter tudo o que você quiser  de graça para seu animal de estimação e sua coleção de música, desde que você tenha tempo para adicioná-los ao treinamento a fazer com que eles envolvam na realização de atividades repetitivas, algo que seja divertido, como saltar em cima de letras para acertar o nome de uma banda. Ou, você pode bombar seus pontos mas sem gastar muito tempo, mas isso vai exigir que você pague em dinheiro real – algo que muitas pessoas simplesmente não fazem com a música digital em outros contextos.

Conduit Labs repassa um percentual da receita para os selos e gravadoras, que repassa para artistas e editoras. É possível que personagens de cartoon como o Tamagotchi-land obterão sucesso neste mesmo mercado virtual onde a indústria de pesos pesados da música falha: em convencer as crianças a pagar por música?
Até agora, os aplicativos de Music Pet para o Facebook tem atraído mais de um milhão de usuários desde seu lançamento. Cerca de um mês atrás, a empresa fechou um contrato com a maior gravadora do mundo, a Universal Music Group, para complementar a sua selecção saudável de gravadoras independentes (Beggars Group, Domino, Downtown e Modular) tanto no Music Pet como em outros jogos como Loudcrowd, que foi lançado no SXSW, no ano passado, e  Super Dance. Ao invés de venda de música a um preço pré-determinado, a empresa mantém o preço livre porque os usuários só ganham a música mediante uma combinação de esforço e tempo.

“A percepção do que o público tem do valor de uma canção é algo muito delicado e tem muito pouco a ver com seu preço real.  Acreditamos que a melhor forma de ganhar dinheiro com música é oferecendo diversão, sociabilização e experiências interativas”.

Nabeel Hyatt  fundador da Conduit Labs

Se a idéia de que  homens e mulheres adultos passarão a descobrir e colecionar músicas utilizando um avatar fofo e bonitinho soa absurdo, é porque muito provavelmente você ainda não assistiu nem ouviu falar Jesse Schell da DICE. Se você não tem os 20 minutos, que é o que leva para assistir a coisa toda, ele pode muito bem ser resumida numa frase:

No futuro, segundo ele, tudo vai ser um jogo. É tanto uma visão Orwelliana do horror que está por vir ou uma indicação de que todos nós seremos mais divertidos num futuro muito próximo, só depende de como você vai olhar para ele.

DICE 2010: "DESIGN OUTSIDE THE BOX" PRESENTATION

Texto extraído da WIRED, dia 12 de Abril.

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